Mostrando postagens com marcador Suspense. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Suspense. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Velho Fritz - Parte IV

Fritz fora drogado. Isso era um fato verídico. A questão era, quem manipulou Fritz para atuar no furto das joias da Sra. Hudson e para matar Gomez Silva? Havia 3 suspeitos de cumplicidade máximos: o Doutor Gueto e as irmãs Fagundes, ambas trabalhavam como enfermeiras. O cabeça do esquema fora muito esperto. Contratou cúmplices para fazer com que Fritz fizesse os crimes, desse modo, o verdadeiro assassino não deixaria sequer uma evidência.

Mas investigadores poderiam tentar encontrar uma pessoa ligada tanto ao Dr. Gueto quanto às irmãs Fagundes. Alguém que ligasse as duas pessoas, algum nexo entre elas. Isso seria, teoricamente difícil, pois os suspeitos não pronunciaram uma palavra importante. Alegaram inocência, como era de se esperar. Mas não deixaram escapar nenhuma informação.

Fritz estava indo de mal a pior. Os ataques de delírio estavam cada vez mais frequentes. As convulsões provocaram diversas lesões ao longo de seu corpo. E estava sonhando à miúdo. E esses sonhos seriam a chave para o mistério. O grande mistério que englobava o Caso Fritz.

domingo, 25 de abril de 2010

O Velho Fritz - Parte III

As coisas pioram quando encontraram Fritz numa espécie de sono letárgico. Provavelmente, ele fora drogado com algum medicamento. E o caso foi esquentando. Encontrou-se joias da Sra. Hudson no bolso de Fritz. O Sumiço das relíquias poderia ser uma explicação para a depressão da Sra. Hudson, uma vez que as precisosidades simbolizavam a família para a mesma.

O crime agora era um roubo, cometido por uma pessoa que manipulou os sentimentos e corpos do velho Fritz, que por sua vez roubou a Sra. Hudson. Esta, entrou em depressão e tentou suicidar-se e matar a filha junta. Felizmente, a polícia agiu rapidamente.

O intrigante era: por que alguém manipularia Fritz para criminar a Sra. Hudson? Por quê? Testemunhas, oculares ou não? Eram raros. Pistas? Nenhuma por ora. Suspeitos? Tampouco nenhum.

O mistério do crime aprofundou-se: o vizinho da Sra. Hudson, Gomez Silva, decendente de mexicanos foi morto. Simplesmente morto. E na mesma noite em que Fritz fugiu do hospital misteriosamente. Curioso, que ele estava sob vista de médicos ou enfermeiras. Isso levava crer que havia um esquema. UM esquema no qual havia cúmplices no departamento médico. O crime passou de furto para homicídio.

sábado, 17 de abril de 2010

O Velho Fritz - Parte II

Dizem que depois que entrou numa forte depressão, Fritz mudou muito. Começou a ter crenças satânicas e chegava a afirmar que o diabo estaria em toda a parte para arruinar sua vida. Ele perdeu o seu ânimo, perdeu a vontade de viver. Ele chegou a ser suspeito de tráfico de drogas.

Os médicos afirmam que a mudança de comportamento de Fritz foi muito drástica até mesmo pelo maior grau de depressão que existe. Outra evidência de que o velho não seria vítima da mesma doença é o fato dele não ter tido a coragem de suicidar-se. Provavelmente, Fritz foi intimidado por alguém que induziu-o a mudar sua crença divina e o seu comportamento para atos satânicos e atitudes estranhas, para alguém que nunca teve contato com algum crime grave, como as drogas.

O fato é que alguém tinha interferido negativamente na vida de Fritz. E isso começaria a preocupar: as mesmas mudanças psicológicas foram detectadas na casa vizinha da Sra. Hudson. Ou seja, o ocorrido de Fritz estava deixando de ser um fato isolado para um crime organizado.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Velho Fritz - Parte I

Sempre gostei de onde eu morava. Árvores faziam sombra e esverdeavam a velha rua de paralelepípedo. Os Bem-te-vis disfarçavam os raros barulhos que importunavam quebrar o doce silêncio da natureza. O nascer do Sol coloria a grama verde dos quintais. As nuvens faziam divertidas formas no céu. Era a perfeição.

Embora houvesse o cenário de um conto-de-fadas, havia uma sujeira naquele cenário. A misteriosa casa do velho Fritz. Fritz era um homem estranho, que saía pouco de casa, apenas para comprar pão na padaria de Jacó. Pouca palavra, ele não emitia nenhum barulho, sequer um estalar de dedo.

Pois então. O Velho Fritz, segundo meu avô, já foi uma pessoa alegre, contente, saltitante, mas parece que ele perdeu a sua pipa favorita, a qual denominava-a de Jorlene. Jorlene era um brinquedo de dar inveja: com seus 3 metros de envergadura, exebia suas cores retalhadas a gliter e lantejoulas que refletiam com fulgor a luz imponente do Sol. Depois do desaparecimento de Jorlene, Fritz ficou muito depressivo e ranzina. Acredita-se que ele já tentou se suicidar uma vez, mas não foi capaz de realizá-lo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras VI

De fato, Laker, ou melhor dizendo, Denver era falsificador de documentos. Flagraram-no em um bar próximo à região de Houston, no sul do Mississipi*. Agora, bastava reunir as provas e abrir diversas acusações. A coisa estava feia para Peter: ele estaria envolvido em 2 homicídios: o de Yuri Blane, o de 4 integrantes da família McLoon; em falsificação de documentos e ainda posteriormente descoberto, em narcotráfico entre México-EUA.

As provas? Uma carta, pedindo que Blane matasse os McLonn; seu DNA encontrado na misteriosa Casa; um punhal assnado com suas iniciais PD (Peter Denver); a impressão digital combinava com a das duas identidades, a falsa e a verdadeira e por último, a chave do caso: o seu histórico.

Denver planejou tudo isso com cuidado nos mínimos detalhes e por um triz, não escapou. O que restou dos Mc Loon é sangue e injustiça, um reflexo da postura social e cultural que alguns indivíduos tem: viver para vingar, vingar para matar, matar para fazer justiça, fazer justiça pelo orgulho.

*Mississipi: Importante rio que atravessa os EUA em sua região leste. Passa razoavelmente perto das cidades de Houston, Chigago, entre outras.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras V

Peter Denver estava desaparecido. Esse contratempo quebrou a cara das autoridades. No momento crucial da investigação, essa corre o risco de ser gravemente retardada. Onde estaria ele? Fora do país: impossível. Todos queriam a cabeça de Denver que já valia US$ 20 mi (20 milhões de dólares). Uma hipótese razoável é que Denver também fosse falsificador de identidades. Ou seja, a identidade de Denver já não seria suficiente para prendê-lo. Era preciso o seu rosto.

O que bloqueou a investigação é o fato da família Denver não costumar ter preocupação com docuemntos, levando a perda destes. Seria um descuidado que poucos teriam, mas infelizmente ela é assim. Paralisada a investigação, as autoridades divulgaram Denver à sua procura e aproveitando o tempo que teriam para esperar algum retorno, a polícia decidiu organizar e vasculhar as provas e pistas.

Achou um elemento chave: a impressão digital de Denver. Ora, com isso facilitaria localizar o suposto assassino. Um grande salto para a sua procura. E parecia que ele manteve o hábito de sua família: esqueceu-se de uma suposta identidade falsa sua num posto de gasolina em Houston. O dono enviou a evidência à polícia e comprovou ser mesmo a identidade falsa de Denver. Descoberto o pseudônimo: Phill Laker.

domingo, 14 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras IV

Descobriu-se então, que o nome da vítima do velho McLoon era Gil Denver e, ironicamente, ele não morava em Denver. Mas essa é outra história. A família Denver era uma família de classe média, cujo trabalho predominante era como comerciante. Gil Denver tinha uma próspera joalheria e depois do roubo, caiu em ruínas, levando a família à miséria e pobreza.

Os seus respectivos descendentes migraram para a área agrícola, formando uma modesta produção de algodão. A família inteira dedicou-se ao novo negócio, com exceção de Peter Denver que tentou uma vaga na polícia, curiosamente, de Denver. Lá, ele aprendeu vários truques e manhas de policial e também alguns mínimos equívocos que fazem um assassino ser descoberto.

Agora, as evidências eram claras. Peter Denver fez tudo certo para não ser descoberto; não deixou pistas nem rastros, mas não contou com uma peça-chave: seu histórico.

O caso estava para ser resolvido, mas um contratempo bloqueou o avanço das investigações: Peter Denver estava desaparecido faz 2 semanas. Isso era lógico. Certamente, Denver descobriu o seu erro e não viu alternativa que não fugir ou escapar. Afinal, ele estaria envolvido em 2 homicídios: O dos McLoons e o de Yuri Blane.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras III

Tudo levava a enorme suspeita de Yuri Blane, os promotores já estavam à busca de indícios contra o suspeito quando de repente um boato intrigou todas as autoridades. Yuri Blane estava morto. Encontraram-no no sótão abraçado junto a um livro. Detectaram-se balas no cérebro do morto. Em princípio, a polícia suspeitou de suícidio, uma vez que ele seria o supremo suspeito e, quando estava logo para ser desmascarado, suicidou-se. Hipótese aceitável, mas não certa. Fez-se um chek-up geral na casa. E a suspeita de suícidio passou a ser de Homicídio: encontraram sangue que não pertencia ao próprio Yuri Blane.

Agora, a suposição é que alguém contratou Blane para assassinar a família McLoon, esse suspeito então, estaria isento de qualquer acusação, a menos que o próprio Blane traísse-o. Provavelmente, esse desconhecido previu que mais cedo ou mais tarde, em suas atuais condições, Blane entregaria-o à polícia. O remédio? Bem, esse sujeito desconhecido só viu como solução matar Blane.

Mas porque alguém mataria os McLoon? Porque chamar Blane? O que ele quereria dos McLoons, já que esses eram uma modesta família da Classe Média? A polícia, de tanto investigar achou uma notícia superimportante: na década de 20 do século passado, o avô do Sr. McLoon envolveu-se em um roubo de um diamantes. Ele foi preso, mas o objeto nunca mais foi encontrado. Não havendo provas contra o réu, o velho McLoon foi solto e voltou a ter uma vida normal. Mas porque essa informação é importante? Bem, o suspeito talvez seja um decendente da pessoa que teve os seus diamantes roubados pelo velho McLoon e o sujeito supostamente ambiçaria não só ter os diamantes de volta, como vingar-se da família McLoon. A questão é: Quem foi o roubado?

terça-feira, 9 de março de 2010

O trilho do trem III

O trilho do trem

Nós estávamos eufóricas* com a viajam.
O pai de Lili já estava nos esperando.
-Então meninas, me mostrem o mapa.
-É nesse círculo aqui pai!
-É aí?!
-É...
-Ok, então vamos.
Eu havia dado o Mapa para a Fabi marcar o lugar. Tudo estava certo.
Depois de Mais ou menos 2 horas de viajem, finalmente chegamos ao lugar. Se chamava "Mato Tenebroso" o nome dava medo mas sabíamos que esse lugar tinha proteção... Ou não?
-Lili, papai já vai embora.
-Fica mais pai!
-Não, papai tem que ir ao Júri. Tem aquele caso que eu falei.
-Ah... Ta bom.
-Trouxe o celular?
-Trouxe.
-Ok... tchau filha, tchau Fabi e tchau Didi.
-Tchau.
Agora sim, estávamos sozinhas. O lugar estava meio sombrio pois não estava arrumado como deveria: Sem cabanas, sem acampantes, sem nada. A Fabi até perguntou:
-Aqui é o lugar certo?
-Porque? -Indagou* Lili
-Porque aqui não tem NADA!!!
-Isso me parece uma boa explicação...
-Então vamos pelo menos arrumar as nossas coisas. -Eu disse.
-Boa idéia... -Falaram as outras.
Depois de termos arrumado nossas coisas, fomos andar. Mais descobrimos um problema: Ninguém tinha Lanterna, e como era muito escuro, não dava pra ver direito.
-Usa seu celular para fazer luz Lili! - Fabi falou
-Boa! -Eu disse.
Lili começou a nos guiar pela luz do celular, quando viu algo estranho...

*Eusfóricas: muito entusiasmado
*Indagou: perguntou

CONTINUA...

By: Natalie

sábado, 6 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras II

O mais intrigante é que Yuri Blane, instantes antes de uma pessoa que afirma ter o visto, passou na Casa de James McLoon e saiu de lá com sua sacola. A polícia diz ter desaparecidos alguns pertences de uso pessoal do falecido, embora a vizinhança discorde. O Caso é que a construção esteve interditada por 45 anos e, agora, o mistério que essa esconde pode ser desvendado ou então, todo o investimento será desperdiçado.

Uma testemunha que alega ter sido companheiro de classe do sujeito informa uma descrissão bem básica, mas que pode ser a chave para o mistério. Ela diz que Blane tinha um queixo pontiagudo, cabelo encaracolado e um nariz quadrado. O mais polêmico é que essa descrissão encaixa-se perfeitamente com a do motorista que bateu no carro dos McLoon. E mais polêmico ainda é o suposto Sr. Blane ter saído correndo às pressas depois do "acidente" que agora já é visto tal como Homicídio.

A conclusão parcial da polícia é simples: Blane é falsificador de documentos, sendo que Blane é apenas um pseudônimo, matou os McLoon para obter algo da casa que seja valioso para ele, e agora, está aí em algum lugar da casa, ou não.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O trilho do trem II

O trilho do Trem

Naquele dia, que me lembro muito bem, fiz minhas malinhas e juntei um dinheirinho. Só consegui juntar R$13,55.
Peguei umas 40 folhas de papel e 3 canetas. Ia escrever cartas. Não pretendia ir muito longe, mais também não queria ficar muito perto.
Só o fato de sair de casa e "ser uma pessoa mais 'madura'" me deixava feliz. Só que eu pensava "Eu vou ficar, sei lá quantos dias fora sem ninguém que eu conheça?" Então pensei em chamar Fabi (Fabíola), minha amiga:
-Alô?
-Fabi? aqui é a Didi.
-Oi Didi. O que você quer?
-Eu queria saber se você quer viajar comigo.
-E com quem você vai?
-Só eu e você.
-E... Vamos com o quê e pra onde?
-Nós vamos explorar esse mundão de Deus de trem.
-Mais o trem só vai até o Centro e volta.
-Só isso?
-É... Você nunca parou para pensar que ele sai e demora só uma hora pra voltar?
-Já, mais Como você sabe?
-Meu pai já me levou no Centro para comprar materiais de trem.
-Ah... Obrigada então. Tchau.
-Tchau, e Didi, se você quiser vir aqui em casa brincar um pouco...
-Ok, vou pensar.
Eu tinha desligado o telefone e estava muito triste. Meu sonho de ir pra outro lugar estava arruinado!
Arrumei as minhas roupas na gaveta de novo, coloquei os papéis e as canetas no lugar e chamei a Fabi e a Lili (Liliane) para tomarem um sorvete por minha conta.
Logicamente elas foram!
Nós conversamos e tiramos uma conclusão: Lili ia pedir ao seu pai para nos levar de carro até o acampamento mais próximo para passarmos três dias lá. Assim, iríamos ficar juntas, sozinhas e longe de casa!

Continua...

By: Nataly

quinta-feira, 4 de março de 2010

O trilho do trem I

Gente, como eu havia dito antes, eu já estava fazendo um história. E ela foi finalizada ontem. Então está aí:

O trilho do trem

Nasci em Minas Gerais, em uma pequena cidade, Araguari... Morava nos fundos de uma casa... Minha mãe pagava Aluguel. Tinha mais três irmãos, Luisa, Lucas, Fernando e eu, Dionicia. Como meu nome é muito difícil, todos me chamam de Didi.
Na minha infância, eu era a mais espuleta dos quatro filhos.
Sempre tive vontade de um dia pegar o trem que passava ali e viajar pelo mundo.
Mais sempre me perguntava: Se o trem passa pelo mundo todo, como ele consegue voltar em uma hora? Seria um trem bala? Acho que não...
Perto da minha casa também tem um pequeno rio. Eu e meus irmãos o chamamos de rio arco-íris. Uma hora ele está azul, outra fica marrom, quando chove fica verde e fica nessa de mudar de cor o tempo todo. Nunca entrei nele. Minha mãe conta lendinhas sobre Esse rio. Fala que quem entra nele nunca mais sai. Isso não é verdade pois meu irmão nadava nele todo dia.
Minha cidade era muito calma. Nunca passavam carros na ruinha estreita que tinha lá, e quando passava, eram carros caindo aos pedaços.
Um dia, decidi ir conhecer novos lugares. Uma coisa que nem toda criança de 8 anos tem coragem de fazer. Eu tinha...

Continua...

(Não escrevi muito porque tenho que me arrumar para ir pra escola, mais amanhã posto o resto!)

By: Natalie

segunda-feira, 1 de março de 2010

A Casa da Rua das Palmeiras I

Estranha, tenebrosa, misteriosa, assustadora, velha, esquisita, horrenda. Tantos adjetivos vem à nossa cabeça quando vê-se aquele edifício ali, abandonado, só. As árvores que existem estão secas, a grama escassa é cor verde-musgo, os vidros sobressalente estão rachados, a pintura descascada só é presente na lateral esquerda da construção e os pássaros que se aventuram por lá instantes depois já estão voando na disparada.

Quem quer que seja que mora (ou morou) nessa casa, jamais saiu de lá. Jamais deu as caras. Jamais apareceu. Ninguém foi visto entrando na casa desde que foi construída, e muito menos saindo.

A Lenda diz que um senhor chamado James McLoon (pronuncia-se Jãimes MécLun, em inglês) construiu essa casa, mas depois, quando a obra já estava quase finalizada ele e sua família faleceram em um acidente de carro. O herdeiro foi um estranho primo de Segundo Grau chamado Yuri Blane. Ninguém conhecia ou viu esse sujeito, mas parece que ele nasceu na casa. Como? Ninguém sabe. Talvez ele esteja vivendo até hoje lá ou talvez não?

sábado, 16 de janeiro de 2010

Personalidade Dupla - #4

Apreciem, e fiquem de olho em dicas!


IV – Reunião

A grande mesa em algum lugar na Câmara dos Vereadores local estava bastante movimentada. Vereadores, ministros do estado, políticos influentes, o prefeito e até mesmo representantes do governo federal se encontravam ali, para discutir a sociedade como se fosse um brinquedo de encaixar. O prefeito só se dava o trabalho de encontrar os vereadores na câmara para discutir questões formais em ocasiões muito especiais. E esta com certeza era uma situação muito especial.
Silêncio total. Todos já haviam se cumprimentado e sentado-se à mesa. O ministro da justiça franzia a testa e mordia a língua impaciente. Um dos vereadores, muito educado, devorava vigorosamente um farto sanduíche. O governador do Estado usava um refinado paletó inglês. O prefeito, um terno risca de giz. O Secretário Municipal de Segurança Pública, quebrou o silêncio: “Todos sabem” Disse ele “Que eu os convoquei aqui por uma causa muito especial”.
“Desentupir privadas” Debochou um dos vereadores. André Couto Lopes fora eleito Governador de Estado com a promessa de “desentupir as privadas da sociedade”. Depois de acabado o mandato, passou a ser Secretário de Segurança Pública
André fingiu não ter ouvido, e continuou seu discurso: “Como todos sabem, uma onda avassaladora de crimes terroristas tem invadido a cidade. Até agora foram diagnósticados dezoito casos de envenenamenton em massa, um de incêndio, um de explosão e um de implosão — acontecimentos que atraíram a atenção da imprensa internacional — em uma semana. Todos em locais públicos. Mil, setecentos e vinte e nove mortos. Dois feridos. Temos que tomar alguma atitude. E vai ter que ser agora.”
“Senhor Arnaldo” Disse o prefeito. “André.” Corrigiu rispidamente André. “Ou isso” O prefeito continuou. “Eu, particularmente não vejo necessidade de tamanha reunião para tal fim. Tudo o que devemos fazer é apenas seguir o protocolo, como sempre.
“Danem-se os protocolos!” Rebateu zangado o secretário. “Se continuarmos seguindo protocolos, quem quer que seja que está fazendo isto vai continuar fazendo! Temos que pensar! Não sei se vocês sabem o significado da palavra, mas é muito importante! Pensar!” O Governador de Estado abafava o riso: “Então, senhor André.” Ele começou em tom de deboche. O governador e o prefeito tinham uma antiga rivalidade com o secretério de Segurança Pública. “Vamos pensar. Qual é o principal objetivo dos crimes terroristas? Causar medo à sociedade. Então, meus caros, tudo o que devemos fazer é proibir a imprensa de publicar qualquer notícia sobre esses crimes. Depois, começamos a investigar e pronto.” “Gostei” Disse para variar o prefeito, que sempre fazia tudo o que o governador mandava. “Alguém tem outra proposta?” Silêncio. “Então vamos começar a votação”
O governador saiu para ter um acesso de tossem, e todos começaram a votar em voz alta, um por um. Metade dos vereadores votaram contra e metade votou a favor do plano do governador. O resto votou a favor. “Bem,” Disse o prefeito “agora que a votação acabou, não vejo motivos para continuar aqui. Muito obrigado, senhores, mas, tenho que ir.” O Secretário André levantou-se apressado: “Permite que eu o acompanhe, senhor?” E desandou a andar ao lado do prefeito. Eles saíram da câmara. “Belo smoking” Observou o prefeito para André, que continuou andando, despediu-se do prefeito, e tomou seu rumo.

¨¨
Perto dali, em um lugar qualquer debaixo da terra, um homem alto, magro e narigudo dizia para outro ao seu lado: “Você falhou mais uma vez, Luca. Não posso te perdoar desta vez.” Luca gemia: “Por favor, senhor...” “Não!” Cortou o outro, ríspido. É a terceira vez que você me diz isso. Iríamos providenciar tudo. Por que fez aquilo?” “Eu... eu não sabia... eu... eu achei que...” “Cale-se. Chega. De qualquer forma, não precisamos mais de você.” “Não... por favor...” “Você tem sorte” O outro falava “Por eu estar com pressa. Se eu não estivesse, poderia torturar você. Não vai doer nada” E sacou um revólver. “Não... por favor, não. Eu tenho filhos para sustentar...” “Já chega.” E atirou. Depois, o silêncio.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Personalidade dupla - #3

Este capítulo pode parecer sem graça, mas ele contém uma grande pista sobre a história. A pista está na primeira frase, e é muito indireta e difícil de entender. Agradecimentos ao dedicado leitor Manuvix, que me deu uma grande ideia sobre Iago. Leiam e comentem:


III – Crime

Dois dias depois da morte de sua mãe, Fleur Vardin andava apressada pelas ruas da cidade em direção ao aeroporto. Passou por um elegante prédio residencial, pela mal-cheirosa indústria de lacticínios e por um maltrapilho senhor que vendia jornais. Parou para comprar um; queria ler a matéria sobre o terrível incêndio na catedral, há dois dias. Pegou o jornal e ficou espantada com a quantidade de matérias sobre tragédias que estavam na primeira página. Leu as manchetes:

“Dance Club explode”

“Morrem envenenados clientes de lanchonete”

“Incêndio em parque preocupa comunidade”

“Tragédias contínuas põem medo em população”

Fleur estava totalmente “por fora”. Fora para o hospital com o irmão no dia da morte dos pais, e não tivera nenhuma notícia do mundo exterior desde então. Ela andava, e refletia sobre estes estranhos acontecimentos que vinham ocorrendo na cidade. Chegou ao aeroporto, e o ar condicionado afastou os pensamentos de sua mente.
Passou pelo corredor principal, atraindo os olhares de um grupo de rapazes encostados junto à parede. A elegante jovem de cabelos loiros, compridos e cacheados e olhos verdes ganhava a atenção de muitos pretendentes. Chegou à sala que queria e comprou duas passagens para a França ― uma para ela e uma para Henri. Viajariam no dia seguinte. Eles tinham que ver sua avó, que ficara profundamente deprimida quando soube que a filha, Amélia, havia morrido. Eles também queriam ver Iago, um primo de Amélia. Ele era policial na França e poderia ajudá-los com o acontecimento na igreja.
Comprada a passagem, Fleur saiu do aeroporto e decidiu pegar um táxi para levá-la até o hospital de Henri. Curiosamente, havia um parado bem em frente ao aeroporto. Ela entrou no táxi, e deu o endereço ao motorista, um homem corpulento, carrancudo e silencioso, que começou a levá-la. Andou ruas e ruas que Fleur não se lembrava de ter passado. Será um novo caminho? Pensou ela. Mas Fleur conhecia bem a cidade, e não se lembra daquele caminho. Perguntou ao motorista se Haia algum engano, mas este nada respondeu. Aflita, tentou sair. De nada adiantou: as portas estavam trancadas. Finalmente, depois de uns cinco minutos, o taxista abriu as portas. Fleur desceu, e disse: “Mas não é este o lugar!”, mas suas palavras de nada adiantaram: no que ela saiu do carro, o motorista bateu a porta e correu para longe, deixando-a sozinha ali.
Então apareceu um magricelo e maltrapilho rapaz, que segurava uma arma e anda em direção dela. “Isso é um assalto!” ele disse. “Bolsa, celular, e carteira! Agora!” Agora menos aflita, Fleur desferiu um golpe rápido e eficiente na cabeça do rapaz, que caiu inconsciente. Ela pegou a arma da mão dele e guardou-a na bolsa. Saiu apressada do beco e tomou um ônibus para o hospital.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Personalidade dupla - #2

Bem, esse capítulo ficou muito pior do que o anterior, contudo todo escritor sabe que há dias em que estamos menos "inspirados". Quanto ao nome da história, com certeza irá mudar, porém ainda não sei o novo nome. Vale a pena reler a primeira parte da história, por que eu fiz algumas alterações, mas para quem não quer ou não pode ler, aqui vão elas:
  • O novo nome de Pierre Rousseau é Pierre Vardin
  • O cardel René Vardin é tio-avô de Pierre Vardin
É só isso. Agora, vamos ao texto:


II – Implosão

Logo a família Rousseau chegou à tão esperada missa. O carro parou bem a frente da grandiosa catedral em estilo neo-gótico. Todos saíram do carro e foram caminhando, sem pressa, em direção à igreja. Lá chegando, viram-se num imenso salão de formato oval, infestado de bancos, e, no fim, um imponente altar. Vendo este altar, sentaram-se no banco da frente, de onde poderiam acompanhar a missa com facilidade e conforto.
Logo o salão começou a encher, e alguns minutos depois estava cheio por completo. Foi então que o cardeal Vardin apareceu, e começou a falar no microfone: “Boa noite.” Ele disse. “É com prazer que venho até o Brasil rezar esta grande missa. Mas afinal, por que estamos aqui? Estamos aqui para agradecer ao Senhor. Agradecer pela vida, por esta oportunidade única que temos e devemos aproveitá-la por completo para seguir o Senhor.”
Nesse momento o pequeno Henri Rousseau disse que queria ir ao banheiro, que ficava fora da igreja, e foi. No banco, o Sr. Rousseau comentava com sua esposa: “Você não está achando essa liturgia um pouco diferente?” “Devemos seguir o senhor até a nossa morte, e devemos agradecer a Ele por essa oportunidade que o Senhor nos deu. Então ajoelhem-se, fechem os olhos, e agradeçam a Deus!” Dizia Vardin entusiasmado. Nesse instante, todos os fiéis fecharam os olhos e começaram a agradecer a Deus.
“Continuem de olhos fechados!” O Cardeal continuava. “Agora, de olhos fechados, vamos rezar a Ave-Maria juntos” Então todos os fiéis e o cardeal começaram a rezar:

“Ave Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sóis vós entre as mulheres,
Bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores,
Agora e na hora de nossa morte,
Amém”

E então, no instante em que foi pronunciado “amém”, fez se ouvir um som estrondeante que ecoou por todo o salão. Minutos depois, a catedral inteira estava implodindo. Paredes caíam para dentro, desabando sobre os fiéis; o imponente altar rachou-se por completo, e um gigantesco lustre de cristal que antes ficava pendurado no teto da catedral desabava e quebrava-se em milhões de pequenos pedaços. Ouviam-se centenas de gritos desesperados em vão, e todas as pessoas presentes naquele salão iam morrendo a cada implosão, por que elas iam surgindo cada vez mais. Logo toda a catedral estava em chamas. Os bombeiros não tardaram a aparecer, porém todo o seu esforço foi em vão: todos os presentes na igreja já tinham morrido.
Porém, repentinamente, um garoto abre depois de muito esforço a porta do banheiro da igreja, e rapidamente é socorrido pelos bombeiros, que, assim que viram aquela porta se abrindo, correram para lá. Eles socorreram Henri Rousseau, que saiu da igreja chorando e foi carregado diretamente para uma ambulância.
Finalmente os bombeiros conseguiram apagar as chamas, porém era tarde demais: nada na igreja poderia ser salvo. Naquela hora já eram duas e meia da madrugada, e a vizinhança inteira corria pela rua em alvoroço, ajudando a chamar ambulâncias para retirar todos os corpos dali.
Henri foi encaminhado para um hospital local, e sua irmã, que estava num restaurante com o namorado, estudante de direito na mesma universidade do que ela, foi avisada, e saiu correndo para o hospital.
Fleur Vardin era agora responsável pelo seu pequeno irmão.


Bem, o que acharam? Comentem!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Personalidade dupla - #1

Sim, eu deletei minha postagem anterior, por que, apesar de já ter terminado aquela história, não a achei muito boa, e estou escrevendo, e quase acabando, uma melhor, e do mesmo sub--gênero, suspense policial. Chama-se "Personalidade dupla", mas esse nome pode ser momentâneo. Se um dia ele vier a mudar, alterarei o título de todas as postagens (e, só para comentar, serão muitas). Talvez essa história fique por mais de um mês. Mas, vamos ao que interessa. A história em si (leiam com atenção):


I - Missa

Era noite, uma noite qualquer, de um domingo qualquer. O clima era agradável no aconchegante lar da família Rousseau. Amélia Rousseau, uma empenhada dona de casa, mãe de um filho menor, de sete anos, e uma filha adulta, de vinte e três, se arrumava com roupas finas e caras que adquiriu na França, seu país natal, quando ainda morava por lá. Ela era aspirante a modelo na França, e até já apareceu em algumas revistas, e umas poucas vezes na televisão, o que lhe rendeu bastante dinheiro. Mas isso foi há muito tempo... Quase uns cinco anos, e hoje Amélia se dizia pertencer àquela grande cidade daquele grande país que passou a amar, o Brasil. Ela então chamou o marido com sua voz suave e musical: “Pierre, estou pronta, e você? Temos que nos apressar!”
Logo apareceu o senhor Pierre Rousseau, médico oftalmologista bem sucedido e respeitado na cidade. Também francês, conheceu Amélia na universidade, onde se apaixonaram e logo depois de o curso terminar, se casaram. Ele chegou à sala onde sua esposa o esperava com um elegante terno risca-de-giz azul marinho, dizendo estar pronto. “Não podemos nos atrasar para esta missa!” dizia Amélia. “Faz tempo que não vemos o Cardeal Vardin. Se não me engano, a última vez que nos encontramos foi há sete anos. Somente me lembro que foi às vésperas de nós nos mudarmos para o Brasil. Fizemos uma grande festa de despedida, você se lembra, Pierre?”
Pierre estava distraído quando sua cônjuge lhe fez essa pergunta. Olha fixamente para a lareira, dando a entender que ele estava prestando bastante atenção na mesma, mas na verdade seu pensamento estava distante, muito distante. Ele divagava sobre sua vida na França, sobre a época em que conheceu Amélia, sobre o livro que estava escrevendo no momento (que, aliás, nunca veio a ser publicado), sobre os livros que estava lendo no momento, enfim, sobre centenas de coisas, muitas das quais nós nunca vamos saber. Voltando à realidade, ou melhor, ao presente, ele demorou alguns segundos para responder a pergunta de Amélia: “Sim, com certeza que me lembro.” ele por fim disse. “Vou guardar alguns papéis que deixei na escrivaninha e volto já.”
Os papéis aos quais Pierre se referia eram rascunhos e alguns capítulos terminados do livro que estava escrevendo ― ele preferia escrever à mão ―, intitulado: “A Vida, como ela É”. Publicar seu livro era sua meta pessoal, e, ao mesmo tempo, profissional. Pierre era um homem sonhador, de muitos desejos ― muitos dos quais nunca vieram a ser realizados ―, mas também era realista, e ao mesmo tempo otimista. Sempre de bem com a vida, adorava sair para andar de bicicleta, o que fazia diariamente, mesmo no caos urbano que era a cidade onde morava com mulher e filhos.
Pierre foi ao escritório guardar os papéis, enquanto o filho caçula do casal, Henri Rousseau, descia as escadas em direção a sala. “Estou pronto, mamãe”, ele falou. A família era habituada a falar português, e o pequeno Henri, que nascera no Brasil, foi alfabetizado em português, e agora, aos sete anos, começava a aprender francês e inglês. “Fleur não vai conosco?” O garoto perguntou referindo-se à irmã. A mãe respondeu que não, Fleur estava estudando. A filha mais velha, com vinte e três anos, estava fazendo curso de engenharia numa universidade local.
Pierre voltou à sala, e todos saíram de casa e foram andando, sem pressa, até a garagem, onde entraram no carro do senhor Pierre e foram para a igreja. “Estou tão animada! Esta será uma grande noite.” Dizia a senhora Rousseau. “Fiquei felicíssima quando soube que o cardeal viria ao Brasil!”
René Vardin, além de atuar como cardeal, lecionava inglês na França. Ele era um velho amigo da família Rousseau, um excelentíssimo cardeal e uma pessoa pura, benévola e cordial. Era o que todos pensavam.



marc perrault


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VIII


Oii pessoas!!! 1º queria agradecer pelo carinho. Fico muito feliz que a minha história esteja agradando vocês. Até uma menina do Chile se não me engano comentou falando que eu estava fazendo um ótimo trabalho. Obrigada a todos. Especialmente ao Sauerale que fez eu conhecer a Slp aí conheci esse blog maravilhoso que é a Magia. Muito obrigada aos meus amigos postadores também, todos estão fazendo ótimas histórias.
Agora deixa de blá blá blá que ja tá cansando!

CONTINUAÇÃO DO MISTÉRIO DA CASA HOUSEIR...

Será que alguém queria tacar fogo nas meninas? porquê pegaram Julinha?
Karol estava apavorada. Ela e Larissa vasculharam a casa toda e ao chegarem novamente no quarto onde estava o corpo de Dna. Houseir, ouviram vozes mais não havia ninguém. Seria um fantasma? NÃO! Karol não acreditava nestas coisas. Karol sempre com fôlego de aventureira abriu o outro longo armário e viu vários cartazes, todos escritos "PROCURADA : AMÉLIA CLEINK POR ASSASSINATO. DAMOS RECOMPENSAS". O mistério de Karol estava resolvido. Quem estava fazendo tudo aquilo era Amélia Cleink. Ela pegou todos os cartazes para ninguém achá-la e ela estava atrás das meninas porquê elas seriam uma ameaça. Descobririam tudo e a entregariam para a polícia.
Foi quando Karol teve um grande idéia. Começou a gritar:
-EI! SEI QUE TEM ALGUÉM AÍ! E SEI QUE É AMÉLIA SEU NOME. TAMBÉM SEI QUE VOCÊ ASSASSINOU DOZE PESSOAS! NOS DEIXE IR EMBORA QUE NÃO IREI CONTAR A NINGUÉM. PODE CONFIAR. SENÃO PODERÁ ME MATAR!
-Karol, você não pode dar liberdade para esse tipo de gente, do jeito que ela é ela só te mata e pronto!
-Deixa comigo, sei o que faço.
Ao acabar de falar, Karol ouviu passos. um era de Julinha pois estava com uma bota que não fazia toc, toc, no chão, fazia tuc,tac,tuc,tac...
de quem seria aquele outro passo?

CONTINUA...

By... ♥~~~Natalie~~~♥...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VII

Oi gente bonitaa!
Bom, demorou mais eu o postar o mistério da casa Houseir.

Quando o corpo de Dna. Houseir caiu no chão, Julinha saiu gritando descendo as escadas dizendo:
-Vocês fiquem aí com um morto, eu vou ver se a porta já abriu.
Karol e Larissa ficaram se olhando.
Ao abrir o guarda roupa todo ensanguentado Karol iu um bilhete cair no chão.
Estava escrito "VOCÊ ESTÁ MUITO PERTO... UM CIRCO DE HORRORES COMEÇARÁ A PARTIR DE AGORA... att: ALGUÉM QUE ODEIA VOCÊS! "
Ao ler isso com Larissa ouvirão um grito de Julinha - SOCORRO!!!!!!!!!! - Larissa saiu correndo enquanto Karol pegava a faca da mochila.
Desceram as escadas e ao chegarem na porta onde estava Julinha viram pegadas pretas, como gasolina no chão.
O que seria aquilo?

CONTINUA...

by: ♥~~~> Natalie <~~~♥

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VI


1º Queria falar que a magia está crescendo muito e q essa é a postagem nº 102
PARABÉNS MAGIA!
voltando a história...

Julinha deu um grito ao ver a mancha de sangue. Todas ficaram imobilizadas sem dar um pio. Karol puxou Larissa para dentro do quarto e Julinha entrou correndo na frente de Karol. as tres estavam busacando pistas porque estava na cara que avia um assassinato ali.
Karol abriu o gusrda roupa quando caiu no chão o corpo de Dna. Houseir...

CONTINUA...

Ps:. Não deu para postar muito grande pois vout er que fazer lição de casa = C.


♥~~~> Natalie <~~~♥