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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VIII


Oii pessoas!!! 1º queria agradecer pelo carinho. Fico muito feliz que a minha história esteja agradando vocês. Até uma menina do Chile se não me engano comentou falando que eu estava fazendo um ótimo trabalho. Obrigada a todos. Especialmente ao Sauerale que fez eu conhecer a Slp aí conheci esse blog maravilhoso que é a Magia. Muito obrigada aos meus amigos postadores também, todos estão fazendo ótimas histórias.
Agora deixa de blá blá blá que ja tá cansando!

CONTINUAÇÃO DO MISTÉRIO DA CASA HOUSEIR...

Será que alguém queria tacar fogo nas meninas? porquê pegaram Julinha?
Karol estava apavorada. Ela e Larissa vasculharam a casa toda e ao chegarem novamente no quarto onde estava o corpo de Dna. Houseir, ouviram vozes mais não havia ninguém. Seria um fantasma? NÃO! Karol não acreditava nestas coisas. Karol sempre com fôlego de aventureira abriu o outro longo armário e viu vários cartazes, todos escritos "PROCURADA : AMÉLIA CLEINK POR ASSASSINATO. DAMOS RECOMPENSAS". O mistério de Karol estava resolvido. Quem estava fazendo tudo aquilo era Amélia Cleink. Ela pegou todos os cartazes para ninguém achá-la e ela estava atrás das meninas porquê elas seriam uma ameaça. Descobririam tudo e a entregariam para a polícia.
Foi quando Karol teve um grande idéia. Começou a gritar:
-EI! SEI QUE TEM ALGUÉM AÍ! E SEI QUE É AMÉLIA SEU NOME. TAMBÉM SEI QUE VOCÊ ASSASSINOU DOZE PESSOAS! NOS DEIXE IR EMBORA QUE NÃO IREI CONTAR A NINGUÉM. PODE CONFIAR. SENÃO PODERÁ ME MATAR!
-Karol, você não pode dar liberdade para esse tipo de gente, do jeito que ela é ela só te mata e pronto!
-Deixa comigo, sei o que faço.
Ao acabar de falar, Karol ouviu passos. um era de Julinha pois estava com uma bota que não fazia toc, toc, no chão, fazia tuc,tac,tuc,tac...
de quem seria aquele outro passo?

CONTINUA...

By... ♥~~~Natalie~~~♥...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VII

Oi gente bonitaa!
Bom, demorou mais eu o postar o mistério da casa Houseir.

Quando o corpo de Dna. Houseir caiu no chão, Julinha saiu gritando descendo as escadas dizendo:
-Vocês fiquem aí com um morto, eu vou ver se a porta já abriu.
Karol e Larissa ficaram se olhando.
Ao abrir o guarda roupa todo ensanguentado Karol iu um bilhete cair no chão.
Estava escrito "VOCÊ ESTÁ MUITO PERTO... UM CIRCO DE HORRORES COMEÇARÁ A PARTIR DE AGORA... att: ALGUÉM QUE ODEIA VOCÊS! "
Ao ler isso com Larissa ouvirão um grito de Julinha - SOCORRO!!!!!!!!!! - Larissa saiu correndo enquanto Karol pegava a faca da mochila.
Desceram as escadas e ao chegarem na porta onde estava Julinha viram pegadas pretas, como gasolina no chão.
O que seria aquilo?

CONTINUA...

by: ♥~~~> Natalie <~~~♥

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir VI


1º Queria falar que a magia está crescendo muito e q essa é a postagem nº 102
PARABÉNS MAGIA!
voltando a história...

Julinha deu um grito ao ver a mancha de sangue. Todas ficaram imobilizadas sem dar um pio. Karol puxou Larissa para dentro do quarto e Julinha entrou correndo na frente de Karol. as tres estavam busacando pistas porque estava na cara que avia um assassinato ali.
Karol abriu o gusrda roupa quando caiu no chão o corpo de Dna. Houseir...

CONTINUA...

Ps:. Não deu para postar muito grande pois vout er que fazer lição de casa = C.


♥~~~> Natalie <~~~♥

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir V




Julinha começou a chorar e Karol começou a ficar com remorso do que fez e decidiu dar um basta. Como era conhecida como "brava" por se ficar zangada ir lá e bater, foi aplicar seus "golpes" nas velhas.

- Vamos garotas! sem medo! 12588! (era um código que elas inventaram que significava lutar).

-12588? Disse uma das velhas.

-É significa LUTAR! Disse Karol pegando a faca que tinha dentro da bolsa.

As meninas ficaram uma atrás da outra, Karol, Larissa e por último a mais medrosa: Julinha.

-Iáááááááááááááááááá. Disse Karol pulando em cima da cabeça de uma das velhinhas.

Só que, ao cair na cabeça das velhinhas, Karol sentiu algo melequento em sua mão. Olhou e a vóvózinha estava se desmanchando.

-NÃO!... disse a 1ª vovó.

-Uma já foi meninas! atacar!!!!!!!! As meninas se jogaram em cima das outras duas vovós.

-Ué, se elas "desmancharam" quem conduzia elas? :s. Disse Larissa.

-Não sei, mais vamos investigar a casa, eu ouvi um disparo ontem a noite e agora essas vovós? vamos meninas!

-Prefiro ficar aqui esperando... Disse Julinha.

-Ah é? e se vier alguém aqui e a gente não estiver irmã? você não sabe nem pegar uma mosca, quem diria mais uma assassino!

-Tá... me convenceu! Disse Julinha com Karol e Larissa rindo.

As três estavam de braços dados subindo a escada que levava a quatro cômodos.

Entraram na 1ª porta e lá estava! uma enorme mancha de sangue! E já estava anoitecendo...


CONTINUA...

By...

♥~~~> Natalie <~~~♥

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir IV

CONTINUAÇÃO...


Quando de repente a porta se fechou sozinha. As meninas estavam presas! Julinha quase que desmaia mais comeu uma bala pois tinha hipoglicemia e se passasse medo sua pressão baixava aí a balinha reponha o açúcar no sangue (chega que isso não é aula de medicina!). As meninas começaram a tremer muito, muito mesmo. Quando ouviram uma voz susurrando lentamente:


-Vi que tenho visitas. Mmmm. Bem na hora!


-QUEM É Você? Gritaram as três meninas.


-Não interessa. venham com a vovó!


Quando Karol iluminou tudo com a lanterna, apareceu um rosto.


Era uma velhinha com a face cheia de furos, olhos caídos, boca pequena e rosto caído.


As meninas tremeram. Viraram em direção da porta e tentaram abri-la sem êxito.


A porta estava trancada. A velhinha se aproximava lentamente, e as meninas estavam ajoelhadas com os olhos fechados.


Quando a velhinha puxou o cabelo de Julinha.


-Aiiiii ô! isso dói! você pode me matar, mais meus lindos cabelinhos castanho claro não! mamãe trabalhou muito para ter uma filha perfeita! NHAC!


Julinha mordeu a mão da velhinha.


-Sua mal criada! vou te mostrar uma coisa! Falou a velhinha levantando a mão para Julinha.


-NÃO SUSI! não bata nestas meninas! Disse outra velhinha vindo do faixo de luz da lanterna.


-É susi! não faça isso! tenho em mente algo para elas... Disse outra velhinha também saindo do faixo de luz.


Eram três velhinhas "adoráveis".


Julinha começou a chorar.




CONTINUA






By... ♥~~> Natalie <~~♥

O mistério da casa Houseir III



\CONTINUAÇÃO...



após a escola as três corajosas garotinhas foram explorar a Mansão Houseir. Como Karol já sabia que iria explorar a casa naquele dia, foi com lanterna, uma FACA, um cobertor, e claro, sua boneca Lilika.


As três foram. Na frente da porta Karol indagou as meninas:


- Estão prontas? Pode ser a última vez que nos vemos dependendo do que tem aí dentro...


-Eu não sei não... Disse Julinha.


-Ana Julia! Você, minha irmã está com MEDO?


-Não Larissa, é que eu quero ter a amizade da Karol para sempre!


-Obrigada, eu sei que sou demais!
-Poxa mana... Magoou!


-Bom meninas, vamos parar de blá blá blá e vamos entrar logo.


As três se abraçaram e abriram a porta lentamente.


TEM ALGUÉM AÍ? - gritava Karol sem êxito.


Seguraram as mãos umas das outras e acenderam as lanternas. Por mais que o ~sol ainda brilhava no céu, a casa era totalmente escura, sem nenhuma chance de enchergar sem lanterna. Avia apenas três lustres ligados. mais por quem??

Karol estava com medo mais não queria passar essa impressão para as amigas.

Abriram a porta quando derrepente...





CONTINUA




Big bjúú da ...Natalie...


domingo, 13 de setembro de 2009

O mistério da casa Houseir II






Continuação...





De noite, ao chegar em casa, Karol deitada ficou pensando naquela casa... Pensava "podia ser realmente mal-assombrada? ou... a minha imaginação é muto fértil???" Ela se perguntou isso a noite inteira. Sozinha no seu quarto, com apenas sua boneca Lilika e seus móveis.

Não conseguia pregar os olhos, abria e fechava, abria e fechava, abria e fechava...

Aquilo a perturbava. Aquela noite, quante mais escura, com a lua brilhando forte no céu era perfeita para explorar. Mais não podia sair dali. Bufando Karol ouviu gritos - AAAA SOCORRO!!!! - E ouviu também dois disparos - BAM BAM - Karol começou a tremer embaixo do lençol. Olhando pela janela, olhava a casa dos Houseir's.

Abraçou Lilika a ponto de abrir uma de suas costuras.

Virou e virou até que conseguiu dormir. Mais teve altos pesadelos naquela noite tão linda.

Sabia que alguém foi assasinado mais deixou tudo para averiguar no outro dia com Larissa e Julinha.


Continua...

O mistério da casa Houseir I


Oi gente, essa é minha primeira história. Espero que gostem!

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Era um dia como outro normal para Karoline. A única coisa em especial era que ia se mudar. Seus pais se separaram e ela iria morar agora com a mãe.

Estava chateada mais não podia opinar que seus pais logo diziam "Você é pequena, e isso é assunto de adulto!" Na verdade, Karoline preferia morar na rua do que se separar de seu pai. Ele era como um "super herói" para ela...

No carro, sua mãe TENTAVA fazer Karol se distrair, mais era inútil. A menina estava mais parada do que um poste! Ela estava quase dormindo para falar a verdade...

Depois de muito tempo dormindo, Karol acordou e estava na cama de sua nova casa. Olhou tudo atentamente e se assustou, pois a casa era muito grande. Mais como uma de suas manias era não ficar parada nem um minuto, foi andar para conheçer o bairro.

Pegou sua boneca Lilika (ela era louca pela letra K!) e saiu. Estava com sua boneca, uma bala no bolso, e uma chave, Apenas isso.

Olhou, olhou mais não conseguia achar algo de interessante.
Na escola, no outro dia, foi uma chatice.
Mais pelo menos conseguiu fazer amizade com Larissa e Julinha, que igual a Karol, eram loucas por um bom mistério. Voltando para casa, Larissa, Karol e Julinha viram uma casa caindo aos pedaços e, acharam ali um bom mistério.

CONTINUA...




big вנѕ ~~> иαтαℓιє <~~

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

As Unhas do Conde - Parte II

A batida na parede me fez eu ficar em nocaute e quando acordei, estava na frente do Conde, que não escondia sangue nos seu rosto, pálido feito giz. Sem hestiar, pulei do meu assento mas as compridíssimas unhas do Conde que pareciam ser feitas de aço me agarraram.

Logo depois, o Conde me atirou num lago mais salgado que o Mar Morto e eu, calmamente, me manti à tona revezando Cachorrinho e Nado Costas. O pior é quando o Conde nadou na minha direção e mergulhou minha cabeça na salgada lagoa e, desesperadamente, tentei tirá-la imediatamente da água. Tentei agarrar na barba do Conde: tentativa mais do que inútil: o Conde logo se soltou. Na minha última esperança pela sobrevivência, agarrei a capa do Conde que nadava rapidamente à margem e sem perder um só momento, mergulhei meu terrível algoz que ficou na Salinidade da lagoa pela postarioridade. A maldição acabra.

A Segunda Fase do concurso termina Domingo!!!

~Sauerale

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

As Unhas do Conde - Parte I

Acordei de repente, num clarão de luz, depois o clarão foi se dissipando até ter uma imensa escuridão. Todo abobado, decidi escplorar o local na base do tato. De fato não era nenhum hotel 5 estrelas, ao contrário. O estranho local tinha paredes gélidas, nas quais, passase a mão, a pintura descascaria sem tardar.

Até então, parecia um lugar deserto, até eu congelar com uma coisa raspando minhas costas. Não demorou muito para eu descobrir que era uma mão com unhas compridíssimas, com uns 5 centímetros, acho. Sem cessar, corri e debati com uma parede. O pior estava por vir.

~Sauerale

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Cacique Mambraxaú - Parte IV

Rodriguéz começou a ficar tonto no mesmo instante ao cheirar a flor de lótus. Sua visão estava embaçada e sentiu Mambraxaú o carregando para a sua oca, onde, provavelmente, iria praticar o asqueroso ritual.
Rodriguéz lutava contra a tontura e com sua visão precária, ele sentia o produto contido na flor em seu corpo. Tudo parecia perdido.

Mambraxaú estava prestes a degolar nosso herói, quando uma mosca entrou na boca de Rodriguéz. Mais do que imediatamente, o espanhol vomitou. Milagrosamente, o prodduto fora exalado de seu corpo. Rodriguéz estava a salvo, ou melhor, por enquanto. Rodriguéz não vira Mambraxaú com uma faca que ele mesmo a utilizaria para perfurar o crânio do azarado colono. Num salto perfeito, Rodriguéz escapou com agilidade do sagaz vilão.

Mambraxaú não deu-se como vencido persegui nosso herói até a morte. Mambraxaú conseguiria matar Rodriguéz não fosse a areia movediça que o atingiu durante a perseguição. Mambraxaú morrera.

Infelizmente, um dia depois de sua façanha, nosso herói morreu com uma picada de uma Jararaca.
http://photography.nationalgeographic.com/staticfiles/NGS/Shared/StaticFiles/Photography/Images/POD/j/jararaca-snake-brazil-678421-ga.jpg
~> Sauerale

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Cacique Mambraxaú - Parte III

Travou-se então, uma sangrenta batalha pela sobrevivência. De um lado, um urso, cujo golpe com uma de suas fortes patas, podem causar danos letais a qualquer um que se imponha à sua frente. Do outro lado, um simples colono espanhol que, a única coisa que tinha à sua disposição era um mosquete, no entanto, sem munição, e um martelinho.

O urso demonstrou sua enorme vantagem já no primeiro golpe: um centímetro a mais e teria nocauteado nosso herói. Mas Rodriguéz implantou sua coragem e arrematou o martelinho no flanco direito da fera. Mas a martelada não fora o suficiente para abater a fúria de tamanho animal: o urso empurrou Rodriguéz contra o penhasco, mas Rodriguéz esquivou-se com agilidade e o urso acabou caindo morro abaixo.

A sorte de Rodriguéz não estava como para durar para sempre. Ele deu de cara com o Cacique Mambraxaú em carne e osso. Curiosamente, Mambraxaú ofertou uma flor de Lótus ao nosso herói. O que Rodriguéz não sabia, era que ele estava prestes a entrar numa cilada.
http://templozen.files.wordpress.com/2009/04/flor_de_lotus_imagelarge.jpg
~> Sauerale

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cacique Mambraxaú - Parte II

Certo dia, um colono espanhol muito conhecido, cujo nome era Rodriguéz, passou por desavisado e acabou indo para as bandas da aldeia do Cacique Mambraxaú. Rodriguéz, como se fosse o cara mais desavisado do mundo, continuou a caminhar, num ritmo lento, mas continuou a caminhar.

Um dos homens de Mambraxaú fazia sua vistoria matinal e avistou Rodrguéz.
Deu um encontrão em Rodriguéz e, por muito pouco, a lança não atravessa-lhe o corpo. Rodriguéz esquivou-se com perfeição, e nocauteou o índio com um pedaço de Mármore que estava no chão.

Rodriguéz comemorava sua façanha em sua mente, mas fora surpreendido por um urso que estava andando silenciosamente.

Será que nosso herói se safa dessa? Não perca a continuação de Cacique Mambraxaú!


~> Sauerale

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Cacique Mambraxaú - Parte I

Existia, lá pelos anos 1550, um cacique que habitava a imensidão gélida e branca da Patagônia. Seu nome, nada mais era que Mambraxaú. Cacique Mambraxaú.

Diz a lenda, que Mambraxaú praticava um ritual, nada comum, em suas refeições: Primeiramente, ele pegava um homem e, literalmente, o degolava. O segundo passo, era descartar o corpo e jogá-lo nu em um rio, ou qualquer coisa parecida. Depois, Mambraxaú pegava um lagarta e esmagava-a aos olhos do morto. E finalmente, Mambraxaú sugava os globos oculares e engolia-os sem mastigar.

Mambraxaú aterrorizava os colonos espanhóis. Era um motivo de pânico e considerado uma encarnação do demônio na Terra. A quem se aproximasse da aldeia de Mambraxaú, era morte na certa.


~> Sauerale